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Caio Camargo's blog

Familia Camargo

A História e Genealogia da Família Camargo de São Paulo

Após ter compilado e editado a Genealogia da Família Freitas de Camargo, ficou bem claro que uma das partes mais importantes da história estava faltando, um Genealogia e História mais completa da Família Camargo. Esta obra procura retificar este defeito. As informações aqui contidas foram obitidas de varias fontes, que são citadas pelo texto.

Antes de começar a ler essa parte da grande saga da Família Freitas de Camargo, algumas correções devem ser mencionadas en relação a ascendência de meu avô Estanislau de Camargo, que com a ajuda de Minha avó Olga, tia Tera e tia Regina:

Na minha obra  prévia Nossa Genealogia no Capítulo Dois, Geração No. 13, Estanislau de Camargo esta associado ao ramo Ferreira de Camargo descendente de Ignacio Ferreira de Sá, Jeromino de Camargo Pimentel e Sebastião Ferreira de Albernaz. Entretanto após revisão das fontes anteriores e comparação com as fontes recém obitidas, está claro que Estanislau de Camargo provém do ramo do Capitão José de Camargo Penteado.

Família Camargo

Uma da familias mercatis mais bem sucedidas de Sevilha no Século XVI foi a Família Camargo tendo ela enviado seus filhos para as Américas e diversos cargos civis da cidade e redondezas. O ultimo verdadeiro mercante da Familia foi Luis de Camargo que morreu em 1551, que é por coincidencia um dos Camargos mais antigos de que se tem dados hoje. Luis tinha laços comerciais e de amizade forte com a familia Pizarro e seus financiadores. Tendo conduzido negócios em 1535 com Inés Rodríguez de Aguillar, irmã do Famoso conquistador Hernando Pizarro, e em 1549 com Gonzalo Pizarro, financiando-o a sua espedição de conquista ao Peru.

Com excessão de Diego de Camargo e Juan de Camargo que trabalharam para seu pai Luis de Camargo equanto vivo, os filhos de Luis de Camargo não seguiram nos passos do pai. Juan se tornou Tesoureiro e depois Regidor de Trujillo. Alfonso de Camargo se tornou o segundo a navegar o estreito de Magalhães e em 1536 chegou a Santa Marta no Peru, muitos anos depois seu neto Jusepe de Camargo emigrou para o Brasil.

Alvaro de Camargo neto de Luis de Camargo emigrou de Trujillo na Espanha para a Nova Espanha nas Américas. Seu primo Juan de Camargo emigrou para o Peru em 1592 com 25 anos de idade.

-Emigrants and Society

Extremadura and America in the Sixteenth Century

Ida Altman

UNIVERSITY OF CALIFORNIA PRESS

Berkeley · Los Angeles · Oxford

© 1989 The Regents of the University of California

Geração No. 1

1. LUIS1 DE CAMARGO feleceu em c. 1551.  Casou-se com BEATRIZ ALVAREZ.

Filhos de LUIS DE CAMARGO e BEATRIZ ALVAREZ são

2.           i.   FRANCISCO ALFONSO2 DE CAMARGO, † 1546.

ii.   LUIS DE CAMARGO.

3.         iii.   DIEGO DE CAMARGO.

iv.   JUAN DE CAMARGO, † c. 1550.

4.          v.   ALVARO DE CAMARGO.

vi.   LEONOR ALVAREZ, m. VICENTE ENRÍQUEZ.

vii.   MAIOOR ALVAREZ, m. ALONSO ENRÍQUEZ.

Geração No. 2

2. FRANCISCO ALFONSO2 DE CAMARGO (LUIS1) feleceu em 1546.

Mais Sobre FRANCISCO ALFONSO DE CAMARGO:

Afim de explorer o estreito aberto por Magalhães, organizou uma expdição junto ao bispo de Placencia composta de três naus. A expedição partiue Sevilha em agosto de 1539. No dia 20 de Janeiro chegaram ao estreito de Magalhães, a tavessia se provou difícil e perigosa com a perda de uma das naus. Acredita-se que  tripulação da embarcação naufragada conseguiu chegar a terra firme, mas os relatos não são muito confiaveis. Alfonso de Camargo chegou as costas de Arequipa transformando-o no segundo navegador a conquistar o estreito de Magalhães.

-http://www.ebiografias.com/23207/Camargo-Alfonso-de.htm

Filho de FRANCISCO ALFONSO DE CAMARGO é:

5.           i.   LUIZ DIAS3 DE CAMARGO, n. 1520, Sevilla, Espanha.

3. DIEGO2 DE CAMARGO (LUIS1)

Filho de DIEGO DE CAMARGO é:

i.   ALVARO3 DE CAMARGO.

Mais Sobre ALVARO DE CAMARGO:

Em 1577 Navegou para Nova Espanha

4. ALVARO2 DE CAMARGO (LUIS1) Casou-se com JUANA GONZÁLEZ DE ORELLANA, filha de MARCOS DE ORELLANA e ISABEL ALVAREZ.

Filho de ALVARO DE CAMARGO e JUANA DE ORELLANA é:

i.   JUAN3 DE CAMARGO, n. 1567.

Mais Sobre JUAN DE CAMARGO:

Navegou ao Peru em 1592

Geração No. 3

5. LUIZ DIAS3 DE CAMARGO (FRANCISCO ALFONSO2, LUIS1) nasceu em 1520 em Sevilla, Espanha.  Casou-se com BEATRIZ DE LA PEÑA 1545.

Mais sobre LUIZ DE CAMARGO e BEATRIZ LA PEÑA:

Casamento: 1545

Filho de LUIZ DE CAMARGO e BEATRIZ LA PEÑA é:

6.           i.   FRANCISCO4 DE CAMARGO, n. 1546, Castrojeriz, Castella, Espanha.

Geração No. 4

6. FRANCISCO4 DE CAMARGO (LUIZ DIAS3, FRANCISCO ALFONSO2, LUIS1) nasceu em 1546 em Castrojeriz, Castella, Espanha.  Casou-se com GABRIELA ORTIZ 1571.  Ela nasceu em 1550 em Castrojeriz, Castella, Espanha.

Mais sobre FRANCISCO DE CAMARGO e GABRIELA ORTIZ:

Casamento: 1571

Filho de FRANCISCO DE CAMARGO e GABRIELA ORTIZ é:

7.           i.   JUSEPE5 DE CAMARGO, n. 1586, Castella, Espanha; † 1613, São Paulo SP Brasil.

Geração No. 5

7. JUSEPE5 DE CAMARGO (FRANCISCO4, LUIZ DIAS3, FRANCISCO ALFONSO2, LUIS1) nasceu em 1586 em Castella, Espanha, e feleceu em 1613 em São Paulo SP Brasil.  Casou-se com LEONOR DOMINGUES.  Ela feleceu em 1630 em São Paulo SP Brasil.

Mais Sobre JUSEPE DE CAMARGO:

“A família Camargo teve princípio em Jusepe de Camargo, natural de Castella, que veio a S. Paulo na última parte do século 16.º, f.º de Francisco de Camargo e de Gabriela Ortiz, naturais de Castella, n. p. de Luiz Dias de Camargo e de Beatriz de la Peña(1). Em S. Paulo casou Jusepe de Camargo com Leonor Domingues, falecida com testamento em 1630 na mesma vila no estado de viúva de seu marido, f.ª de Domingos Luiz – o Carvoeiro – cavaleiro fidalgo, e de Anna Camacho. Foi Jusepe de Camargo concunhado de Amador Bueno da Ribeira, que foi casado com Bernarda Luiz, também f.ª do dito Domingos Luiz, como se vê neste V. 1.º pág. 81. Esta família (bem como a descendência de Amador Bueno, e outras descritas em Tit. Carvoeiros) participa do sangue de João Ramalho, que foi casado com Izabel Dias f.ª do cacique Tebiriçá, como se vê na pág. 48 deste V. 1.º. Foi Jusepe de Camargo pessoa de autoridade e respeito em S. Paulo, onde ocupou o cargo de juiz ordinário em 1611; e seus descendentes, conservando o prestígio de seu progenitor, disputaram por muitos anos as rédeas do governo, tendo como competidora a não menos nobre e poderosa família dos Pires.

Segundo as investigações feitas pelo dr. Ricardo Gumbleton Daunt, que se ligou por seu casamento a esta família, era ela oriunda de Sevilha e descendente do célebre navegante espanhol Affonso de Camargo, que em 1539 empreendeu ir ao Perú pelo estreito (hoje) de Magalhães; após terriveis peripécias e perdas consideráveis, Affonso de Camargo chegou a ganhar o porto de Arequipa com as suas três naus. (Ensaio Biográfico do dr. Ricardo pelo dr. Estevam Leão Bourroul). “

-Genealogia Paulistana – L.G. Silva Leme – Tit. Camargo

Como citado anteriormente, Silva Leme nos forneceu os seguintes dados sobre a ascendência do tronco da FAMÍLIA CAMARGO:  “JOSÉ ORTIZ DE CAMARGO ou JUSEPE DE CAMARGO” como assinava na maioria das vezes, chegou à Vila de São Paulo no último quartel do Século XVI, filho de Francisco de Camargo e de Gabriela Ortiz, ambos naturais da Espanha,  região Castellana, cidade de Castrójeriz, ao lado de Burgos.  Foi ele neto, pelo lado paterno, de  Luís Dias de Camargo e de Beatriz de La Peña.

Na Vila de São Paulo, Jusepe de Camargo, casou-se com Leonor Domingues,  filha de Domingos Luiz, “O Carvoeiro de Alcunha”, e Anna Camacho (filha de Bartholomeu Camacho e Catarina Ramalho, esta filha de João Ramalho e Izabel Dias, esta, filha do Cacique Tibiriça, que antes do batismo, chamava-se M’bicy).

Sobre este  último casal é necessário registrar que eram pessoas voltadas para as práticas piedosas e muito apegadas a lides de igreja, tendo sido os fundadores de uma capela, cujo orago era Nossa Senhora da Luz, que, com o passar dos anos, deu origem ao atual Convento da Luz (Igrejas de S.Paulo, de Leonardo Arroyo, pág. 3 – 1.  Livro do Tombo da Sé, pág. 15, arquivo da Cúria metropolitana ).
Jusepe Camargo era concunhado de Amador Bueno da Ribeira, porque este ultimo também era casado com uma filha de Domingos Luiz, de nome Bernarda Luiz. Essas duas famílias participaram do sangue de “JOÃO  RAMALHO”, ascendente de Anna Camacho. Este lendário cacique foi o braço direito de “Pe. ANCHIETA”, sem cujos préstimos, sua missão teria sido mais difícil.

Através das atas da câmara dos vereadores da Vila de São Paulo, foi possível traçar um perfil da personalidade de Jusepe de Camargo. Foi ele um político hábil, espírito aguerrido, ardoroso defensor da utilização do braço indígena como escravo, em benefício dos colonos. Demonstrou possuir um caráter intransigente. Aliás, me parece, que este traço tem acompanhado seus descendentes de linha direta há quase quatro séculos.

Tudo nos leva a crer que Jusepe de Camargo foi sempre um homem, cujas atividades desenvolveram-se mais dentro do âmbito cidadino do que propriamente nas lidas do sertão. Esta hipótese se nos configura provável devido seu nome não constar como participante de qualquer das primeiras entradas levadas a cabo, pelo capitão-mor Jerônimo Leitão, com a finalidade de reduzir os Índios Carijós.

Por volta do período de tempo que compreende 1590 a 1592, a Vila de São Paulo foi assediada por índios refratários a catequese, e de acordo com as primeiras atas da câmara, Jusepe de Camargo teve participação ativa, comparecendo como uma das principais figuras na organização da defesa da Vila de São Paulo, que na época era constituída do colégio dos Jesuítas e umas poucas casas de colonos, sem falar em algumas propriedades rurais mais afastadas.

Em 1592 foi eleito Almotacel, e figura a essa mesma época em um protesto dirigido ao Capitão-Mor sobre questões de localização de domicílio, contrapondo-se ao prestigioso Antônio da Proença.

Em 1595 ganha a eleição para Juiz Ordinário. Por volta de 1598 temos notícias que Jusepe de Camargo residia nos arrebaldes de São Paulo, sendo vizinho de Diogo Fernandes.

Dentro do quadro político da época, temos informações de que ao findar o século XVI liderou a organização de grupos, cuja finalidade era a mineração do ouro e da prata, empreendimento este, que era suportado, financeiramente, pelo chefe da casa dos Souza Prado, sem, contudo precisar ir para o sertão.

No alvorecer do século XVII, 1602, precisamente, foi eleito vereador, tendo seu mandato sido renovado no ano seguinte. Por volta desta mesma época foi membro destacado de uma junta eleita Por determinação do Provedor da Fazenda Real, Luiz D’Almada Montarroio, com a responsabilidade de classificar e registrar os índios pegados no sertão  pela entrada de Nicolau Barreto.

É de se notar que o prestígio de Jusepe de Camargo era tão grande quanto ao das figuras importantes daquele tempo, tais como Fernando Dias Paes e Antônio da Proença e outros.

Jusepe de Camargo, como já foi dito, era pessoa muita bem relacionada no cenário político da época, do que é exemplo uma passagem na qual figura como personalidade central. Trata-se de uma ata da Câmara datada de 22 de agosto de 1603, na qual consta que o procurador do conselho, João De Sant‘Anna, se lastima diante dos demais membros, por julgar que Jusepe de Camargo havia abusado de sua boa fé, ao agir de modo parcial, com intuito de servir a um seu amigo particular, o então Capitão-Mor  Diogo Lopes de Castro.

A 17 de março de 1607, temos outra notícia de Jusepe de Camargo. Foi ele nomeado por provisão do governador-geral Diogo Botelho ao cargo de Juiz de Órfãos da Vila de São Paulo. Em 1612 é eleito novamente Juiz Ordinário.

Jusepe de Camargo foi um dos destacadas cabeças do movimento encetado para expulsar os Jesuítas, em consequência de questões relativas ao escravismo Indígena.

Para ter-se uma idéia mais ampla do que foi este movimento e suas razões e repercussões, tracem um esboço do que realmente sucedeu:

D. Francisco de Souza, quando governador-geral das capitanias do Sul, preocupou-se mais com descobertas de Filões Auríferos, não se interessando muito pelas demais necessidades que envolviam a governância. Foi ele muito chegado às ordens religiosas e influenciado pelos últimos, refreou quando lhe foi possível às investidas escravagistas dos colonos. Após seu desaparecimento, seu filho D. Luís de Souza Henriques, movido já por outros interesses, afroxou este controle.

Por essa época, em São Paulo como em outras regiões do Brasil que possuíam núcleos de colonização existia um certo descontentamento por parte dos colonos devido ao usufruto parcial dos Jesuítas pela mão-de-obra indígena. Pois os Jesuítas acobertados pelos objetivos catequistas, aos poucos, estavam com o monopólio do Braço Gentil sobre seu controle.

Pois bem, onde não há gozo equitativo de direitos, existe a insatisfação.  O referido fato foi, aos poucos, impregnando o ânimo dos colonos, que reagiram contra aquele monopólio injusto no tocante à utilização de direitos, muito embora este tão cobiçado privilégio fosse indigno para ambas as partes sob o aspecto moral inerente ao próprio escravismo.

Para abrandar tais tenções, a metrópole sancionou a lei de 10 de setembro de 1611, criando para o governo civil das aldeias um Capitão para manter a ordem e organizar o uso do braço indígena, o que de certa forma revogava em parte a proibição das entradas de redução indígena.

Tal afrouxamento foi o suficiente para que os Paulistas recrudescessem de tal forma em suas investidas às reduções Jesuíticas de Guaíra e Tape que não tardou uma reclamação enérgica do Governador do Paraguai.

Os jesuítas a seu turno não queriam abrir mão do antigo privilégio, coisa que, de certa forma, irritava os colonos, acirrando-lhes os ânimos e levando-os a constantes desentendimentos.

A 10 de julho de 1612, conforme consta em Ata da câmara da Vila de São Paulo, os vereadores reuniram-se com os homens de destaque do governo e do meio social, sob  a Presidência de Jusepe de Camargo o qual expôs o fato de que, muito embora D. Luiz de Souza houvesse permitido em parte a utilização do braço indígena pelos colonos, os Jesuítas a isso se contrapunham, induzindo os indígenas a se rebelarem em zombarias contra o poder dos Capitães.

Cerca de sessenta e oito potentados da capitania assentaram que tal estado de coisas deveria ser mudado. Providências enérgicas acreditam, devem ter sido tomadas, pois após esta reunião durante um lapso de vinte anos não ocorreu intromissão por parte dos jesuítas nesta questão indígena.

A essa época Jusepe de Camargo atingia seu apogeu na Capitania e a 1613 na ata inicial do novo mandato encontra-se assentado que os oficiais se ajuntaram nas pousadas do vereador mais velho, Gonçalo Madeira, por estar aí a caixa do conselho e determinaram que servisse de Almotacel  Estevam Gomes Cabral. Por casado de pouco com a filha de Jusepe de Camargo que é pessoa da governança da terra e ele ser contente se desse à vara ao dito genro.

Neste mesmo ano de 1613, Jusepe de Camargo figurou como procurador de seu sogro, Domingos Luiz, “O Carvoeiro” no inventário de Domingos Luiz, “O MOÇO”.

Pela maneira com que se conduziu neste processo, conforme cópia de um fragmento que anexamos a este trabalho, denunciando a sonegação de bens aos menores netos de Domingos Luiz, “O Carvoeiro” concluímos daí que Jusepe de Camargo devia ser pessoa letrada e possuidora do conhecimento das normas jurídicas vigentes naquela época.

A partir de 1613 Jusepe de Camargo não mais tomou parte ativa na política de São Paulo.

Segundo informações do Cônego Roque Luís, ele veio a falecer em 1619, e sua mulher Leonor  Domingues a 11 de novembro de 1630, ficando do casal, segundo Silva Leme, com base em documentos do arquivo do estado de São Paulo, cartório de órfãos e da cúria metropolitana, oito filhos. Posteriormente, Carvalho Franco descobriu, ao pesquisar nos arquivos da cúria, um nono filho.

- http://www.familiabarroso.com/Camargos.htm

Filho de JUSEPE DE CAMARGO e LEONOR DOMINGUES é:

8.           i.   CAPITÃO FERNÃO6 DE CAMARGO, † 29 Decembro 1679, São Paulo, SP Brasil.

Geração No. 6

8. CAPITÃO FERNÃO6 DE CAMARGO (JUSEPE5, FRANCISCO4, LUIZ DIAS3, FRANCISCO ALFONSO2, LUIS1) feleceu em 29 Decembro 1679 em São Paulo, SP Brasil.  Casou-se com MARIANNA DO PRADO, filha de JOÃO SANTA MARIA e FILIPPA PRADO.  Ela feleceu em 1668 em São Paulo, SP Brasil.

Mais Sobre CAPITÃO FERNÃO DE CAMARGO:

“Capitão Fernão de Camargo, o Tigre de alcunha, ocupou o cargo de juiz ordinário em S. Paulo (o encontramos nesse cargo em 1653) e estava já casado em 1630, quando faleceu sua mãe, com Marianna do Prado f.ª de João de Santa Maria, natural de Castella (que veio ao Brasil como secretário de dom Francisco de Souza) e de Filippa do Prado. Tit. Lemes Cap. 1.º § 9.º. Com seu irmão José Ortiz foi o capitão Fernão de Camargo o chefe do partido dos Camargos, que levantou-se contra o dos Pires capitaneado por João Pires e seu genro Francisco Nunes de Siqueira (o Redentor da pátria) Tit. Pires Cap. 10.º. O autor da Nobiliarquia Paulistana Pedro Taques de Almeida acusa a Fernão de Camargo como assassino (a falsa fé) de Pedro Taques no largo da Sé (então igreja matriz de S. Paulo) em 1641. Vide o que a respeito deste crime escrevemos em Tit. Taques Cap. 1.º. Ali mostra-se que, se realmente foi Fernão de Camargo o executor do crime, é este em parte atenuado porque foi o resultado de uma conspiração. “

-Genealogia Paulistana – L.G. Silva Leme -Tit Camargo

“em 1640, tendo se levantado uma disputa entre Fernando de Camargo (o Tigre) e Pedro Taques deste Cap. 1.º, desembainharam ambos as espadas e adagas no largo da matriz da vila de S. Paulo (hoje largo da Sé) e se travou renhido combate em que tomou parte numeroso concurso de um e outro partido, os quais, em vez de atalharem a pendência, começaram a ofender-se uns aos outros. Travado o combate na porta da igreja, percorreram as ruas sempre combatendo, até chegarem novamente ao ponto de partida, e isto com tanta felicidade que, tendo morrido no conflito muitas pessoas, feridas por escopetas, entretanto escaparam os principais contendores. Passado tempo, quando já convalescidos das feridas os dois contendores, existia um temor de novo combate para o qual se desafiavam os dois partidos formados de parentes e aliados, os quais nesse tempo se declararam inimigos, sem mais causa para tanto desacerto, vingança e ódio que o indesculpável estímulo de uma cega paixão. Em 1641, estando Pedro Taques em conversação com um amigo, e tendo as costas para a porta travessa da matriz de S. Paulo, veio a falsa fé Fernando de Camargo, e correu a adaga pelas costas de Pedro Taques, que para logo perdeu a vida, a rigor do golpe, dirigido mais pela vileza do animo do que pela tirania do ódio”.

-Nobiliarchia Paulistana

Cumpre observar que este crime, se foi cometido por Fernando de Camargo (o Tigre) não foi planejado por uma só cabeça, pois que no inventário do capitão Pedro Leme do Prado, † em 1658 em Jundiaí, V. 2.º pág. 209, se encontra uma escritura de perdão, na qual figuram como partes: de um lado Anna de Proença, mãe de Pedro Taques, representada por seu f.º o Capitão Guilherme Pompeu de Almeida, e do outro Maria Gonçalves, viúva do capitão Pedro Leme do Prado, representada por seu f.º o padre Pedro Leme do Prado; nessa escritura Anna de Proença concede o perdão a Maria Gonçalves da morte praticada pelo dito capitão Pedro Leme na pessoa de Pedro Taques. Isto vem provar que: ou o crime não foi praticado por Fernando de Camargo (o Tigre), ou, se foi este o autor dessa morte, foi ela votada em uma conspiração em que figuravam o capitão Pedro Leme e provavelmente outros membros do partido dos Camargos, sendo, nesta hipótese, Fernando de Camargo (o Tigre) o sorteado para essa execução; em vez de fazer uma emboscada, protegido pela sombra da noite, preferiu executar a ordem em pleno dia, no largo da Sé.”

-Genealogia Paulistana – L.G. Silva Leme -Tit Taques Pompeus

Origens

Filho de Jusepe Ortiz de Camargo (morto em São Paulo em 1613), deu origem à célebre guerra entre Pires e Camargos que ensanguentou São Paulo por 20 anos no século XVII. A família era sevilhana e se queria descendente do navegador Afonso de Camargo. Jusepe se estabeleceu por volta de 1585 em São Paulo onde deixou numerosa descendência de seu casamento com Leonor Domingues, morta em 1630, filha de Domingos Luís, dito o Carvoeiro, e de Ana Camacho; Leonor é por isso chamada às vezes Leonor Domingues Carvoeiro.

Eram irmãos de Fernando: José Ortiz de Camargo, o capitão Francisco de Camargo, o Capitão Marcelino de Camargo e Jerônimo de Camargo.

Sua irmã Mariana de Camargo casou em 1634 em São Paulo com Bartolomeu Bueno (o moço) filho do sevilhano do mesmo nome e de Maria Pires, e viúvo de Agostinha Rodrigues, morta em 1630; casou por segunda vez em 1638 com Francisco da Costa Valladares, capitão de infantaria, natural de Portugal.

Bandeira

Em março de 1635 partiu de Santos a chamada bandeira de Aracambi, exploradora e batedora, chefiada por Fernando de Camargo e Luís Dias Leme, para a região do Tape. Após a destruição do Guairá (1628 -1632) os missionários castelhanos passaram com os índios escapados para o sul, fundando novas doutrinas na mesopotâmia dos rios Paraná e Uruguai, estabelecendo aldeias entre as já ali existiam e, em menos de dois anos, alastraram-nas pelo interior, conquistando a região virgem do Tape (assentaram as reduções no trato que abrangia a Oeste o rio Ibicuí, ao Norte a Serra Geral, a Leste o vale do rio Caí e a Sul a vizinhança da serra dos índios Tapes – parte da antiga e vaga região que os antigos paulistas chamavam “dos Patos”, sem limites definidos e onde, desde 1548, iam à cata de escravos vermelhos; outros para o norte, à margem direita do rio Paraná, em território pròpriamente paraguaio e nesgas do baixo Mato Grosso. O Guairá desviara a rota dos Paulistas – mas retornavam a ela, obedecendo a Lemes e Camargos.

Esta bandeira foi a iniciadora da invasão das reduções jesuíticas do Rio Grande do Sul pelos Paulistas pois já em 1638 sairia a de Antônio Raposo Tavares.

Foi o cabeça do movimento de expulsão dos jesuítas em 1640; seria um dos chefes, com o irmão José Ortiz de Camargo, da célebre luta contra os Pires capitaneados por João Pires e seu genro Francisco Nunes de Siqueira.

Guerra dos Pires e dos Camargos

Diz sobre esta ´guerra o historiador Afonso E. de Taunay em ENSAIOS PAULISTAS, 1958: «São os fatos compreendidos no que se chama o conflito entre os Pires e os Camargos, de nome das duas grandes famílias cuja inconciliabilidade redundou em verdadeira guerra civil, à semelhança das lutas municipais assoladoras das cidades italianas medievais e das quais a mais conhecida é a dos Capuletti e Montechhi de Verona, imortalizada por Elakespeare.»

O truncamento e a ausência de documentação não permite redigir a narrativa, pois os fatos são obscuros, mas não deve estar ligada à aclamação de Amador Bueno ou à expulsão dos jesuítas. Diz Taunay: «Tão prolongada luta, aliás intermitente, nasceu de mera rivalidade de chefes de clã, sem motivo algum alheio ao personalismo, ao espírito de família e à tendência gregária tão veemente nas pequenas aglomerações. Segundo o genealogista Pedro Taques, encetou-se o conflito em 1640 numa verdadeira batalha causadora de muitas mortes e ferimentos ocorrida nas ruas de São Paulo, entre as duas parcialidades cujos chefes eram João Pires e Pedro Taques de um lado e do outro Fernando de Camargo, alcunhado o Tigre. Haviam-se empenhado em duelo singular, acudidos pelos seus sequazes. No ano seguinte era Taques assassinado à falsa fé pelo contendor», diz-se que pelas costas e em adro de igreja.

Muitos partidários de Taques partiram, indo se estabelecer sobretudo em Parnaíba. Debalde Salvador Correia de Sá e Benevides veio procurar apaziguar os ânimos, pedindo paz aos paulistas e que se lançassem ao sertão à procura de minas. A situação se agravou com a entrada em cena do belicoso novo vigário da vila, Domingos Gomes de Albernaz. Este rixou com seus paroquianos e com a Câmara e era visivelmente o agente em São Paulo de Salvador Correia de Sá e Benevides e das autoridades fluminenses empenhadas na resttuição aos jesuítas ao seu colégio. Acabaria expulso da vila em 1646 e em maio desse ano solenemente excomungou seus paroquianos e a Câmara reagiu em atrevida carta em que o acusou de ser escravo dos jesuítas.

Correram anos agitadíssimos, diz Afonso E. de Taunay, «não depondo armas as facções que se degladiavam. E como consequência, diminuiu notavelmente o ritmo do bandeirantismo, como era de se esperar. Inesperadamente ocorreu o crime de Alberto Pires em Leonor de Camargo Cabral, sua mulher e, segundo se disse na ocasião, em Antônio Pedroso de Barros, grande bandeirante que Alberto também matou em emboscada. Ora, ficou provado mais tarde que Antônio pereceu nas mãos de seus índios rebelados. Já Alberto Pires foi assassinado pelos Camargos, em represália.

Os Pires, liderados por Fernão Dias Pais, se opuseram então a que o irmão de Fernando de Camargo, José Ortiz de Camargo, se empossasse na ouvidoria de São Paulo. Houve posteriormente o acordo negociado pelos Pires, de 12 de maio de 1653, pelo qual os jesuítas voltaram a seu colégio mediante promessa formal de não acoiar índios fugidos nem publicarem o breve papal de Urbano VIII sobre a liberdade do gentio. As duas facções continuaram sua luta até o acordo de 9 de fevereiro de 1654, pelo qual Ortiz tomou posse da Ouvidoria, mas não cumpriu o que prometeu, e perdeu ainda o apoiodo Governo-Geral com a saída do conde de Castelo Melhor, substituído por magistrado muito ligado aos Pires. Reacendeu-se a luta, mas não há senão detalhes e pormenores, sobremodo obscuros. Uma intervenção eclesiástica promoveu mais uma tentativa de pacificação, da qual resultou a ida à Bahia de representantes de ambos os partidos para se entenderem com o novo Governador Geral, o conde de Atouguia. Da missão surgiu uma portaria em 24 de novembro de 1655 concedendo anistia geral.

Atouguia foi sucedido no governo por Francisco Barreto de Menezes que pediu uma expedição destinada a «reprimir as correrias do gentio pelo sertão baiano». Organizou-se sob o comando de Fernando de Camargo e de Domingos Barbosa Calheiros, ambos chefes da facção dos Camargos. Chegaram a Salvador em outubro de 1658 mas a expedição teve malogrado desfecho.

Os tumultos em São Paulo se renovaram em 1659, enfrentando-se Fernão Dias Pais com José Ortiz de Camargo. Francisco Barreto faloun mesmo em ir pessoalmente acomodar a situação, acabou despachando o ouvidor e este teve sucesso: estando os partidos exaustos, assinaram os dois chefes adversários o acordo de 1º de janeiro de 1660 e voltaram à atividade das empresas sertanistas…

- Wikipedia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_de_Camargo)

Filho de FERNÃO DE CAMARGO e MARIANNA PRADO é:

9.           i.   FERNANDO DE CAMARGO7 ORTIZ, n. 1628; † 30 Agosto 1690, São Paulo, SP Brasil.

Geração No. 7

9. FERNANDO DE CAMARGO7 ORTIZ (FERNÃO6 DE CAMARGO, JUSEPE5, FRANCISCO4, LUIZ DIAS3, FRANCISCO ALFONSO2, LUIS1) nasceu em 1628, e feleceu em 30 Agosto 1690 em São Paulo, SP Brasil.  Casou-se com JOANNA LOPES, filha de GONÇALO LOPES e CATHARINA DA SILVA.  Ela feleceu em 23 Janeiro 1691/92 em São Paulo, SP Brasil.

Mais Sobre FERNANDO DE CAMARGO ORTIZ:

“Fernando de Camargo Ortiz foi capitão sob as ordens do capitão-mor Domingos Barbosa Calheiros na expedição contra os bárbaros gentios do sertão da Bahia em 1658. Casou com Joanna Lopes f.ª de Gonçalo Lopes, natural da freguesia de Santa Marinha – Portugal, e de Catharina da Silva, natural de S. Paulo, n. p. de Pedro Lopes e de Anna da Costa, n. m. de Cosme da Silva e de Izabel Gonçalves. Faleceu o capitão Fernando de Camargo Ortiz em 1690 “

Genealogia Paulistana -L.G. Silva Leme

Fernando Ortiz de Camargo, o moço, (1628 — 1690) foi um sertanista brasileiro.

Filho de Fernando de Camargo, o Tigre, e de Mariana do Prado, em 1658 foi capitão-adjunto na leva do capitão Domingos Barbosa Calheiros à Bahia , nas palavras de Silva Leme participando da malograda «expedição contra os bárbaros gentios do sertão». Em outubro de 1660 os sobreviventes da bandeira reaparecem em São Paulo. Iludidos no roteiro pelo guia, tiveram fim desastroso, pois os índios paiaiás mataram e comeram os Paulistas que haviam ficado de guarda às munições de guerra.

A 24 de setembro de 1664, uma Carta Régia de Afonso VI solicitou a Lourenço Castanho Taques apoiar Agostinho Barbalho. A 27 de setembro o rei comete por cartas a Agostinho Barbalho Bezerra a empresa dos descobrimentos das minas e das esmeraldas – que descobrisse por aí o distrito das esmeraldas cuja situação fora descrita por Marcos de Azeredo. Eram destinatários de numerosas outras cartas Fernando Ortiz de Camargo; Fernão Dias Pais, Lourenço Castanho Taques, Guilherme Pompeu de Almeida, Fernão Pais de Barros.

A que teve por destinatário o Fernando de Camargo é aqui reproduzida: “Fernando de Camargo, Eu El-Rei vos envio muito saudar. Bem sei que não é necessário persuadir-vos a que concorrais de vossa parte com o que for necessário para o descobrimento das Minas a que envio Agostinho Barbalho Bezerra, considerando ser natural desse Estado e que como tal mostra particular desejo dos aumentos dele e esperando pela experiência que tenho do bem com que até agora me serviu, que assim o fará em tudo o que lhe encarregar, porque pela notícia que me tem chegado do vosso zelo e de como vos houvestes em muitas ocasiões do meu serviço me faz certo vos disporeis a me fazer este e ele vos dirá o que convir para este efeito; encomendo-vos que façais toda a assistência para que se consiga com o bom fim, que há tanto se deseja e q eu querera ver conseguido no tempo e posse do Governo destes meus Reinos, entendento qur ter muito particular lembrança de tudo o que obrardes nesta materia para vos fazer amizade e honra, que espero me saibais merecer.»

- Wikipedia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_Ortiz_de_Camargo_o_Mo%C3%A7o)

Fernando de Camargo Ortiz, ou Fernando de Camargo, “O Moço” como era seu hábito assinar, nasceu na Vila de São Paulo de Piratininga, em princípios de maio de 1628. Foi casado com Joanna Lopes, filha de Gonçalo Lopes, natural de Santa Marinha em Portugal, e de Catharina da Silva, natural da capitania de São Paulo.

Segundo informações a nós legadas por Azevedo Marques, sabe-se que, foi potentado em terras e arcos. Estes cabedais, com certeza, foram provenientes das inúmeras entradas nas quais ele tomou parte, pois o Capitão Fernando de Camargo Ortiz, foi grande conhecedor das veredas sertanejas. Seu prestígio e fama fizeram com que fosse alvo de inúmeras incumbências bandeirantistas, não só da parte da governância da terra como também do próprio Rei de Portugal.

Tratemos, pois de soprar o pó dos anos, deixando a descoberto as pegadas desse nosso avoengo através da história.

Corria o ano de 1656, durante o qual encontravam-se acirrados os ânimos entre as duas facções políticas, em flagrante violação dos termos da provisão passada, pelo Conde de Atouguia. Por essa mesma época findava a guerra Holandesa na Bahia. Porém um outro flagelo fustigava os colonos do Recôncavo, eram as amiudadas investidas dos silvícolas, cujos ataques aos núcleos povoadores acarretavam grandes prejuízos, pondo até em risco, a segurança da metrópole.

Há esse tempo, o Conde de Atouguia era sucedido por Francisco Barreto de Menezes, ao novo Governador-Geral, diante dos problemas que constituíam os ataques dos índios e as lutas políticas no sul, ocorreu um expediente pelo qual julgava proporcionar dois benefícios ao Brasil. Convocaria os Paulistas para apaziguar os índios do Paraguassu e, simultaneamente, pacificaria São Paulo.

Tratou logo de escrever ao Capitão-Mor Manuel de Souza da Silva a 21 de setembro de 1657, solicitando socorros. Confessava ele os inúteis resultados das expedições locais enviadas contra os silvícolas, muito embora, como ele próprio dizia, “contarem com bastante golpe de infantaria e índios confederados”.

O maior obstáculo ao sucesso verificava-se na ignorância da campanha e o pouco uso daquele gênero de guerra.

Os Paulistas não atenderam, de imediato, aos rogos de socorro. Somente a 17 de março de 1658, conforme a ata da câmara de São Paulo, dignaram-se os membros a eleger Domingos Barbosa Calheiros como chefe supremo da expedição, por ser ele veterano e celebre nos Arraiais dos Bandeirantes.

Para adjuntos foram nomeados os Capitães de infantaria Fernando de Camargo Ortiz e Bernardo Sanches de Aguiar, com o que “Concordaram todos três, irem ao mesmo adjunto e serem uma mesma pessoa”.

A expedição partiu de Santos a 31 de maio de 1658 e chegou à Bahia de Todos os Santos a 14 de outubro deste mesmo ano. Nessa mesma data o Governador-Geral Francisco Barreto notificava aos camaristas de São Paulo a chegada de Calheiros com suas tropas, alegando que muito embora não fosse o número de homens esperado ele era, no entanto, suficiente para o início da operação.

Essa expedição fracassou, pois foi vítima de uma traição por parte dos Payayas, aos quais se havia recomendado unirem-se às tropas, na qualidade de reforços e guias. Na aldeia Tapurisse, conta um documento publicado pela revista Trimensal, que, os traiçoeiros Payayas devoraram muitos dos Paulistas que haviam ficado como guarda das munições, enquanto os poucos que conseguiram escapar ao cerco traiçoeiro, retornaram a São Paulo por volta de 1660.

Fernando de Camargo escapou ileso, pois em 1664, por uma carta-régia, andava ele empenhado em servir El-Rei na secular procura das Esmeraldas.

Essa carta-régia foi remetida por D. Afonso VI e esta transcrita por Azevedo Pizzago, trazendo a data 27 de setembro de 1664. Pedia el-rei que o Capitão Fernando de Camargo, desse ajuda a Agostinho Barbalho Bezerra, que acabava de ser despachado com o posto de Administrador-Geral das minas da repartição Sul.

Presume-se que após essa data, Fernando de Camargo “O Moço” deva ter andado ausente nos sertões, pois o seu nome só reaparece nos documentos por volta de fevereiro de 1677, em uma carta do Governador-Geral pedindo o seu auxílio para combater os índios Anayos que infestavam as margens do Rio São Francisco.

Mas o Capitão Fernando de Camargo não atendeu a esse pedido, pois a essa época andava empenhado nas brigas políticas entre os Pires e os Camargos.

Fernando de Camargo havia sido Almotacel em 1671. Residia então no Bairro de Cotia, onde exerceu o cargo de Capitão de Infantaria das Ordenanças, nomeado por provisão do Capitão-Mor Thomaz Fernandes de Oliveira, datada de Santos a 15 de junho de 1667.

Essa nova fase das discórdias entre as facções políticas havia recrudescido a partir de 1661, alterando-se com períodos de bonança e períodos de entreveros sangrentos.

Isto porque alguns queriam que fossem abolidas as normas do alvará do Conde de Altoguia e sendo que outros queriam que as mesmas fossem preservadas.

Por volta de 1679 agravou-se o estado de coisas a ponto de ficar resolvido se queimarem as pautas e os pelouros da eleição havida, pois os Pires não concordavam com ela. Essas desordens tiveram como promotor o licenciado Francisco Nunes de Siqueira.

Na câmara, indignada, apressou-se por meio de seu procurador, o Capitão Francisco Pinto Guedes, em requerer devassas e punições para todos os implicados nesta série de violências.

Na sessão da câmara de 20 de dezembro de 1679, Fernando de Camargo protestou contra o que vinha se fazendo, alegando não encontrar motivos para a câmara anular a eleição feita com tanta lisura para a escolha do juiz, assim desinteressava-se do assunto e não concordava que seu nome figurasse na lista dos Pelouros, muito embora, houvesse sido ele o Juiz eleito.

Pois bem, os seus partidários e membros da família Camargo, entre eles Lucas de Camargo Ortiz, João Camargo, Fernão Pires de Camargo, Pedro de Camargo, José Delgado Camargo, Domingos da  Silva Santa Maria, Pedro Ortiz de Camargo, Fernão de Aguirre e muitos outros membros da numerosa família que haviam assinado a ata da anulação da eleição mostram-se irredutíveis e as declarações de Fernando de Camargo, “O Moço”, tiveram tamanha repercussão que Fernando de Camargo se viu obrigado a retirá-las.

A câmara então, agindo com atitude enérgica, requereu uma devassa a ser remetida ao desembargador sindicante e Ouvidor-Geral João da Rocha Pitta, para que este resolvesse o que fosse de direito e tomasse as cabíveis providências quando aos acusados das desordens, indicando o nome da cabeça das ações criminosas, o licenciado Francisco Nunes da Siqueira.

O Ouvidor-Geral tomou por seu turno as providências contra o celerado cabeça dos Pires, pois a eleição realizou-se novamente de maneira tranqüila, na Vila de São Paulo de Piratininga, havendo os membros eleito  tomado posse nos seus cargos na sessão de abril de 1680.

Fernando de Camargo não foi eleito, mas em 1682 voltou ao seu cargo de Juiz-Ordinário, deixando-o, não se envolveu mais nas agitadas disputas políticas que se seguirão até 1688. Capitão Fernando de Camargo Ortiz escreveu seu testamento a 2 de maio de 1685 na Vila de São Paulo, onde voltara a residir.

Faleceu a 30 de agosto de 1690, sendo sepultado na Capela dos Terceiros de São Francisco. A sua mulher Joanna Lopes faleceu pouco depois, em 23 de janeiro de 1692.

“CARTA DO REI DE PORTUGAL”

A

FERNANDO DE CAMARGO ORTIZ

Lisboa, 27 de setembro de 1664.

FERNANDO DE CAMARGO. Eu El Rei vos envio, muito saudar. Bem sei que não é necessário persuadir-vos, que concorrais da vossa parte com o favor necessário para o descobrimento das minas, a que envio Agostinho Barbalho Bezerra, considerando ser natural deste estado, e que como tal mostra particular desejo dos aumentos dele, esperando pela experiência dele, que tenho do bem com que até agora me serviu, e que assim o fará o que em tudo o que lhe encarregar, porque pela notícia que me tem chegado do vosso zelo, e de como houvestes em muitas ocasiões do meu serviço, me faz certo que vos dirá o que for necessário para este feito.

Encomendo-vos que façais toda assistência para que se consiga com o bom fim o que tanto desejo, o que eu quisera ver conseguido no tempo e posse destes meus reinos, entendendo que, hei de Ter muito particular lembrança de tudo que fizerdes nesta matéria, para vos fazer mercê e honra, que espero me saibais merecer.

(Secreto. ultr. Liv. das cartas reais das conquistas TTO 1.664 Pag. 332 v. a Seg.)

-  http://www.familiabarroso.com/Camargos.htm

Filho de FERNANDO ORTIZ e JOANNA LOPES é:

10.         i.   CORONEL THOMAZ LOPES8 DE CAMARGO.

Geração No. 8

10. CORONEL THOMAZ LOPES8 DE CAMARGO (FERNANDO DE CAMARGO7 ORTIZ, FERNÃO6 DE CAMARGO, JUSEPE5, FRANCISCO4, LUIZ DIAS3, FRANCISCO ALFONSO2, LUIS1) Casou-se com PAULA DA COSTA PAES, filha de MARTINHO DE LINHARES e IZABEL DA SILVA.

Mais Sobre CORONEL THOMAZ LOPES DE CAMARGO:

Coronel Thomaz Lopes de Camargo, foi um dos fundadores de Ouro Preto, juntamente com o padre João de Faria Fialho e se tornou clérigo após viúvo

de Genealogia Paulistana – L.G. Silva Leme Tit. Camargo e Tit. Carvoeiros

Os primeiros descobridores de ouro, em Minas Gerais, eram homens que não mediam esforços e muito menos poupavam sacrifícios em busca do tão ambicionado ouro, que fascínio descomedido exercia esse metal, impelindo-os no febril afã por entre serras e florestas? Não conseguiam detê-los as chuvas torrenciais que encharcavam até os ossos, nem o sol implacável que os seguia por toda à parte, nem os caudalosos rios com suas corredeiras e júpias que tragavam homens e canoas, nem mesmo os pântanos traiçoeiros infestados de miasmas e de terças malignas, que destruíam fibra por fibra a mais robusta compleição. Feras e répteis venenosas cuja picada prostrava fatalmente, nada enfim os demovia do cego e obstinado objetivo.

Disputavam palmo a palmo com os silvícolas a posse dos sertões e não raras vezes a sorte pendeu para os primitivos donos. Alimentavam-se muitas vezes de raízes quando, na falta de caça ou dos frutos das campanhas. Na falta desses, lançavam mão de içás e outros insetos. No desespero da sede, mascavam folhas de vegetação silvestre e chegavam até a sorver o sangue ainda quente das caças recém-abatidas.

Com o decorrer do tempo, quando já iam longe os dias da partida, suas vestes não eram mais do que andrajos, entendiam-se na língua dos índios, influência do contrato íntimo com os cativos que engrossavam as fileiras da Bandeira.

Adotavam os costumes e encampavam suas crenças. Não eram mais do que um grupo semi-bárbaro cuja idéia não lhes permitia enxergar mais do que o ouro e, para consegui-lo, eram válidas todas as ações.

O Coronel Thomaz Lopes de Camargo, nosso sétimo avô, em linha direta masculina chegou à região da futura Vila Rica influenciado por seu tio o Alcaide-Mor Joseph de Camargo Pimentel o qual foi uma personalidade curiosa, como podemos verificar através de um dos documentos mais importantes da história primeva das Minas Gerais que é o apógrafo do Coronel Bento Fernandes Furtado de Mendonça.

Este mesmo apógrafo serviu de base também para o célebre poema fundamento histórico de Vila Rica do poeta inconfidente Cláudio Manuel da Costa.

Esta narração neste documento que Francisco Bueno da Silva, primo de Antônio Roiz Arzão que na realidade foi o primeiro descobridor de ouro  em Minas Gerais em 1693, descobriu uns ribeiros auríferos e convidou amigos e parentes entre estes o alcaide-mor Joseph de Camargo Pimentel para lavrar de meias uma grandiosa pinta que tinha das datas que lhe coube, entre os quais Bueno e Camargo sucederam um caso digno de memória em abono da liberalidade de um e mais avareza do outro. E o caso: (ainda que cause digressão o fio da história).

De sorte que na distância de 30 e 40 dias de jornada que havia das minas a São Paulo,  partia sem provimento algum e muitos acabaram de fome sem remédio. E houve tal que matou ao seu companheiro por lhe tomar com sua tenaz de pau uma pipoca de milho que do seu borralho saltou para o do outro dos poucos grãos que cada um tinha para alimentar a vida naquele dia, aprovando-se por este caso como realidade o provérbio comum de que “ a fome não tem lei”. SIC

Homens dotados desta mesma têmpera eram os companheiros da Bandeira do Coronel Thomaz Lopes de Camargo, um dos primeiros descobridores de ouro nas Minas Gerais e também um dos fundadores de Vila Rica, hoje Ouro Preto.

Corriam os anos de 1690 a 1701, o Taubateano Antonio Dias de Oliveira, os Piratininganos Coronel Thomaz Lopes de Camargo e seu irmão João Lopes de Camargo, Francisco da Silva Bueno, Felix de Gusmão, o Padre João Faria Fialho, natural da Ilha de São Francisco e Capelão da Bandeira, seu cunhado Antonio Gonçalves Viana e outros, surgem pelas montanhas e atravessam os sítios onde hoje se situa Campo Grande (Minas Gerais), instalando-se nas vertentes, não sem antes terem de vencer sérios obstáculos.

Thomaz Lopes de Camargo se apossa de lavras que depois passariam a Francisco Bueno da Silva, primo de um dos vários Bartholomeu Bueno da Silva, e cunhado dos irmãos Lopes de Camargo.

Após a chegada às paragens acima mencionadas, a bandeira subdividiu-se, como sucedeu posteriormente a outras, tendo estes primeiros descobridores feito à distribuição das terras entre si. A Antônio Dias coube todo o trecho compreendido entre o Ribeirão Tripui e as posses do Padre Faria, a Felix de Gusmão, o Passa-Dez; aos Irmãos Lopes de Camargo a Vertente da Serra, conhecida através da tradição como Arraial dos Paulistas; a Francisco Bueno da Silva, o córrego abaixo de Campo Grande, que se  chama hoje Ouro Bueno.

O arraial de Antonio Dias prosperou muito, bem como o do padre Faria, tendo sido ambos citados pelo Governador-Geral Antonio de Albuquerque Coelho de Carvalho em 1711, pelos bons serviços prestados por eles à coroa.

Os Irmãos Lopes de Camargo mineraram ali por algum tempo e não se sabe por quais razões abandonaram suas primitivas posses e, juntamente com um outro irmão, Gonçalo Lopes de Camargo, dirigiram-se mais para o norte descobrindo ali um ribeirão aurífero, onde fundaram um arraial que passou para história como Arraial dos Camargos, que hoje pertence ao distrito de Mariana e conta com 500 habitantes aproximadamente.

Os primeiros anos da mineração nas Gerais decorreram de forma desordenada, fenômeno coexistente com os grandes afluxos de pessoas que convergem a uma determinada área, atraída pela perspectiva de fortuna fácil. Durante esta época, foi comum o enriquecimento rápido de vários indivíduos. Fruto talvez de um trabalho árduo para alguns, porém, muitos chegaram à situação cômoda da riqueza por meios inescrupulosos onde com certeza não foram poucos os roubos, assassinatos, e demais crimes.

Durante este mesmo período, verificou-se a guerra dos Emboabas a qual custou não só muitas vidas, como também, muitas das posses auríferas dos Paulistas.

Em virtude destes fatos, a governança decidiu pôr fim àquele estado de coisas, objetivando, não somente dar estrutura social aos arraiais que cresciam, acentuadamente, bem como, recolher os impostos para melhoramentos públicos e fiscalizar a extração do ouro protegendo desta forma a Fazenda Real.

Por ordem do Governador e Capitão-General Antonio de Albuquerque Coelho de Carvalho, foi eleita a primeira junta, para que a mesma procedesse à escolha dos Homens Bons para serem os oficiais da câmara da Nova Vila oriunda da fusão das paróquias de Ouro Preto e Antonio Dias.

Com efeito, a 14 de julho de 1711, estavam empossados os oficiais da primeira câmara das Minas Gerais, e por carta-régia de 15 de dezembro de 1711, † João V, confirmou a criação da Vila que passou a chamar-se Vila Rica de Ouro Preto.

Aos primeiros “Homens Bons” sucederam outros, que com o decorrer do tempo, foram firmando a administração de Vila Rica, as primeiras cartas de sesmaria foram concedidas, e as primeiras patentes de oficiais nos regimentos auxiliares da capitania foram angariadas.

Confirmando este processo de evolução, descobrimos que existe no arquivo público Mineiro, uma coleção de documentos que trazem informações a respeito das ocorrências de Pitanguy, sendo que no documento de 8 de agosto de 1713, co†9  fls. 141, por provisão de † Braz Balthasar  Silveira, foi nomeado e provido João Lopes de Camargo no posto de Capitão de uma companhia do terço dos auxiliares de Pitanguy.

Pois bem, embalde inúmeras pesquisas, não foi possível conseguir informações concretas, porém julgamos perfeitamente válidos, presumir-se que Thomaz Lopes de Camargo tenha sido provido com a patente de Coronel por um ato governamental semelhante.

Pois naquela época, somente aqueles que se destacaram, politicamente, e mostraram-se em atender os interesses da coroa receberam tais privilégios e distinções.

O Coronel Thomaz Lopes de Camargo parece ter sido pessoa de posses, pois a sua descendência demonstrou ter recebido uma educação, relativamente, boa dentro dos recursos da época.

O Coronel Thomaz Lopes de Camargo foi casado com Paula da Costa Paes, filha do Capitão Martinho Paes de Linhares, falecido em 1714, e de Izabel da Silva, neta paterna de Manuel Pacheco Gatto e Anna da Veiga.

A data do falecimento deste ascendente não foi possível descobrir, porém segundo o registro do cartório de órfãos de São Paulo, ele foi inventariado no ano de 1756.

Deste perigo inevitável se retirou o nosso Alcaide-Mor Camargo para São Paulo no ano de 1700 (verdadeiramente nesta terra a era dourada; e para Portugal a de maior felicidade), com a sua comitiva e escravatura, como faziam os mais ministros que não tomavam a resolução de se transmontarem pelo sertão dentro e campos gerais, a procurar os lugares mais desertos, menos combatidos e mais férteis de viveres silvestres, na entrada do ano de 1700.

E no princípio do verão deste mesmo ano voltaram outra vez os retirados para São Paulo e os refugiados nas montanhas a tempo que já os mantimentos plantados no de l699 estavam capazes de socorrer no de 1700.

Entre este veio o nosso Alcaide-Mor prevenido para fazer também diligência de descobrimentos.

E, com efeito, passando a mesma serra, que da parte do poente, vertente do Rio das Velhas, havia dado a primeira grandeza, que com o Bueno haviam tirado para a parte do nascente seguindo a mesma serra, a vista dela, que vai fazer na sua ponta a situação das Catas Altas, em meio de sua distância descobriu um ribeirão chamado O Camargo, herdando do seu descobridor o seu glorioso apelido, dando em satisfação de sua generosa diligencia, haveres de ouro que ainda hoje duram conservando povo bastante que forma uma freguesia e bom rendimento eclesiástico.

Depois de dar a partilhas este descobrimento e lavrar as suas datas pelo modo daquele tempo, aproveitando só o fácil, deixando o melhor e mais custoso para os vindouros, continuou a penetrar o sertão a parte oriental seguindo o rio Piracicaba que  é o mesmo que dizer lugar aonde o peixe chega vindo das barras do mar e dali não passa para cima, por impedido das cachoeiras muito altas que não podem avançar; pelo qual rio foi vendo algumas faisqueiras limitadas até chegar ao lugar onde se descobriu um ribeiro pequeno, braço do mesmo Piracicaba que corre da parte esquerda da sua corrente de umas assinaladas serras, que de muito longe um altivo pico que levanta ao céu serve de sinal daquele lugar como padrão que Deus quis pôr para ser buscado e achado pelo tão padrão, como boas e grandiosas pintas, onde se assustou e fez capela com a invocação de São Miguel e se administraram os sacramentos por um capelão que consigo trazia.

Neste lugar viveu algum ano bastante, acompanhado de dois filhos homem. Como a sua idade e a providência do altíssimo já o chamavam para o descanso prometido aos bons lhe destinou uma enfermidade que logo ameaçou com perigo de vida.

Neste tempo se empenhava o Capelão que fizesse seu testamento, não uma só, mas muitas vezes a que ele respondia com alguma paixão, dizendo não carecia de testamento porque o que ele possuía era para pagar o que devesse e o que sobrasse era de sua mulher e filhos; os quais estavam presentes e eram capazes de sua administração, razão por que lhe rogava e não amofinasse com tal testamento e não agravasse mais a sua enfermidade a qual sem embargo que ia a crescimento cada vez mais, o Capelão ainda que pouco satisfeito de recusar o doente seu testamento continuou a admoestá-lo para se confessar e sacramentar-se; ao que repugnou muitas vezes dizendo: não era ainda tempo e quando fosse ele teria o cuidado de o chamar, com cuja resposta se afligiu e desconsolou muito o Capelão supondo ao enfermo impenitente ou remitente, vendo a doença em crescimento cada vez mais.

O tempo, porém, ou o sucesso mostrou o contrário com evidência de mistério superior, merecido talvez de alguma devoção particular da rainha dos anjos Maria Santíssima e foi o caso.

Chegando um dia, de sábado, muito antes que rompesse o dia, se pôs a pé, e se vestiu com um dos melhores vestidos, que tinha, e pós-cabeleira, e o espadim a cinta (e não cause isto maravilha para aquele tempo em que todos os mais homens se trajavam parcamente com os vestuários sertanistas, e deste sempre vestindo como no corte, com vestidos ricos) e mandou dizer ao Capelão ao romper do dia, que era tempo de ouvir confessar, e sacramentar.

O que ouvi o Capelão com Júbilos de alegria, vindo prontamente e o confessou, percebendo com toda a perfeição, juízo e talento de corte, como senão estivesse tanto tempo enfermo, e mandou armar altar no mesmo aposento, onde disse missa, e a ouviu o enfermo de joelhos, e recebeu o sacramento.

Acabando o ato se despediu e deitando-se na cama, pediu ao Capelão lhe assistisse com cuidado, que era chegado o tempo da sua partida, e entrou na agonia acabando a vida com graves demonstrações de predestinado, que sem dúvida seria, pois era homem caritativo, de bom ânimo, liberal, e de bem fazer, isento de soberanias, a que inclina a riqueza, e respeito que sempre logrou em sua vida.

-  http://www.familiabarroso.com/Camargos.htm

Filhos de THOMAZ DE CAMARGO e PAULA PAES são

11.         i.   JOSÉ DE CAMARGO9 PAES.

12.        ii.   RITA MARIA DE CAMARGO.

Geração No. 9

11. JOSÉ DE CAMARGO9 PAES (THOMAZ LOPES8 DE CAMARGO, FERNANDO DE CAMARGO7 ORTIZ, FERNÃO6 DE CAMARGO, JUSEPE5, FRANCISCO4, LUIZ DIAS3, FRANCISCO ALFONSO2, LUIS1) Casou-se com BARBARA PAES DE BARROS 1757 em Parnaíba.

Mais sobre JOSÉ PAES e BARBARA DE BARROS:

Casamento: 1757, Parnaíba

Filho de JOSÉ PAES e BARBARA DE BARROS é:

13.         i.   CAPITÃO JOSÉ DE CAMARGO10 PENTEADO, n. Cotia, SP, Brasil; † 22 Junho 1857, Tietê, SP, Brasil.

12. RITA MARIA9 DE CAMARGO (THOMAZ LOPES8, FERNANDO DE CAMARGO7 ORTIZ, FERNÃO6 DE CAMARGO, JUSEPE5, FRANCISCO4, LUIZ DIAS3, FRANCISCO ALFONSO2, LUIS1) Casou-se com JOÃO ANTUNES PAES, filho de ANTONIO MACIEL e JOSEPHA DE SIQUEIRA.  Ele nasceu em em Itú, SP, Brasil.

Filho de RITA DE CAMARGO e JOÃO PAES é:

14.         i.   GERTRUDES MARIA10 DE CAMARGO.

Geração No. 10

13. CAPITÃO JOSÉ DE CAMARGO10 PENTEADO (JOSÉ DE CAMARGO9 PAES, THOMAZ LOPES8 DE CAMARGO, FERNANDO DE CAMARGO7 ORTIZ, FERNÃO6 DE CAMARGO, JUSEPE5, FRANCISCO4, LUIZ DIAS3, FRANCISCO ALFONSO2, LUIS1) nasceu em em Cotia, SP, Brasil, e feleceu em 22 Junho 1857 em Tietê, SP, Brasil.  Casou-se com ANNA JOAQUINA DE ARRUDA 1790 em Itú, SP, Brasil, filha de ANTONIO DE BARROS e RITA PAES.  Ela feleceu em 1817 em Itú, SP, Brasil.

Mais sobre JOSÉ PENTEADO e ANNA DE ARRUDA:

Casamento: 1790, Itú, SP, Brasil

Filho de JOSÉ PENTEADO e ANNA DE ARRUDA é:

15.         i.   CAPITÃO JOAQUIM DE CAMARGO11 PENTEADO.

14. GERTRUDES MARIA10 DE CAMARGO (RITA MARIA9, THOMAZ LOPES8, FERNANDO DE CAMARGO7 ORTIZ, FERNÃO6 DE CAMARGO, JUSEPE5, FRANCISCO4, LUIZ DIAS3, FRANCISCO ALFONSO2, LUIS1) Casou-se com SARGENTO-MOR LUIZ VAZ DE TOLEDO 1762 na freguesia de Nossa Senhora do Monte Serrate da Cotia, filho de TIMOTHEO DE TOLEDO e URSULA DE MELLO.  Ele nasceu em 1739.

Mais sobre LUIZ DE TOLEDO e GERTRUDES DE CAMARGO:

Casamento 1: 1762, freguesia de Nossa Senhora do Monte Serrate da Cotia

Filhos de GERTRUDES DE CAMARGO e LUIZ DE TOLEDO são

i.   MARIA ESCHOLASTICA11 DE TOLEDO, m. MANOEL BOTELHO DE OLIVEIRA, 1779, C. Ec. de S. Paulo.

Mais sobre MANOEL DE OLIVEIRA e MARIA DE TOLEDO:

Casamento: 1779, C. Ec. de S. Paulo

16.        ii.   TIMOTHEO CORREA DE TOLEDO, n. 1780.

iii.   CARLOS CORREA DE TOLEDO, n. 1781.

iv.   BONIFACIO CORREA DE TOLEDO, n. 1782.

v.   EULALIA CORREA DE TOLEDO, n. 1783.

vi.   ESCHOLASTICA CORREA DE TOLEDO, n. 1784.

vii.   UMBELINA CORREA DE TOLEDO, n. 1785.

Geração No. 11

15. CAPITÃO JOAQUIM DE CAMARGO11 PENTEADO (JOSÉ DE CAMARGO10, JOSÉ DE CAMARGO9 PAES, THOMAZ LOPES8 DE CAMARGO, FERNANDO DE CAMARGO7 ORTIZ, FERNÃO6 DE CAMARGO, JUSEPE5, FRANCISCO4, LUIZ DIAS3, FRANCISCO ALFONSO2, LUIS1) Casou-se com FLÓRA MARIA DE SOUSA, filha de FRANCISCO DE SOUSA e ANNA LIMA.

Filho de JOAQUIM PENTEADO e FLÓRA DE SOUSA é:

17.         i.   ANTONIO DE SOUSA12 CAMARGO.

16. TIMOTHEO CORREA11 DE TOLEDO (GERTRUDES MARIA10 DE CAMARGO, RITA MARIA9, THOMAZ LOPES8, FERNANDO DE CAMARGO7 ORTIZ, FERNÃO6 DE CAMARGO, JUSEPE5, FRANCISCO4, LUIZ DIAS3, FRANCISCO ALFONSO2, LUIS1) nasceu em 1780.

Filhos de TIMOTHEO CORREA DE TOLEDO são

i.   CONEGO BENJAMIN DE TOLEDO12 MELLO.

18.        ii.   DR. FRANCISCO DE PAULA TOLEDO, n. 1830, Taubaté SP Brasil; † 09 Abril 1890, Taubaté SP Brasil.

Geração No. 12

17. ANTONIO DE SOUSA12 CAMARGO (JOAQUIM DE CAMARGO11 PENTEADO, JOSÉ DE CAMARGO10, JOSÉ DE CAMARGO9 PAES, THOMAZ LOPES8 DE CAMARGO, FERNANDO DE CAMARGO7 ORTIZ, FERNÃO6 DE CAMARGO, JUSEPE5, FRANCISCO4, LUIZ DIAS3, FRANCISCO ALFONSO2, LUIS1) Casou-se com MARIA JOAQUINA FERREIRA, filha de JOSÉ FERREIRA e THERESA DE PAULA.

Filho de ANTONIO CAMARGO e MARIA FERREIRA é:

19.         i.   JOÃO FERREIRA13 DE CAMARGO.

18. DR. FRANCISCO DE PAULA12 TOLEDO (TIMOTHEO CORREA11 DE TOLEDO, GERTRUDES MARIA10 DE CAMARGO, RITA MARIA9, THOMAZ LOPES8, FERNANDO DE CAMARGO7 ORTIZ, FERNÃO6 DE CAMARGO, JUSEPE5, FRANCISCO4, LUIZ DIAS3, FRANCISCO ALFONSO2, LUIS1) nasceu em 1830 em Taubaté SP Brasil, e feleceu em 09 Abril 1890 em Taubaté SP Brasil.  Casou-se com MARIA DAS DORES MOREIRA, filha de ANTONIO GUIMARÃES e ESCHOLASTICA GUIMARÃES.

Mais sobre DR. FRANCISCO DE PAULA TOLEDO:

O Dr. Francisco de Paula Toledo, autor da presente “História do Município de Taubaté”, foi uma das figuras mais proeminentes da vida política, social e cultural da Taubaté de meados para final do século XIX.

Segundo notícia inserida no jornal taubateano “O Noticiarista” , de 27 de Abril de 1890, publicada por motivo de seu Falecimento occorrido dias antes, o ilustre cidadão “cursara as aulas do então distinto Liceu Taubateano; recebeu o grau de bacharel em ciências jurídicas e sociais em 1858,pela Faculdade de Direito de São Paulo; foi promotor público em Paraibuna, depois juiz municipal em Pindamonhangaba, advogado no auditórios de Taubaté, deputado provincial em várias legislaturas, deputado geral na 14ª legislatura; era membro do Instituto Hitórico do Brasil e exerceu por várias vezes funções de vereador e presidente da Câmara Municipal de Taubaté, tendo pertencido ao Partido Conservador, na qualidade de chefe local durante o periodo imperial”.

Filho de FRANCISCO TOLEDO e MARIA MOREIRA é:

20.         i.   ERNESTINA DE PAULA13 TOLEDO, n. 13 Maio 1888.

Geração No. 13

19. JOÃO FERREIRA13 DE CAMARGO (ANTONIO DE SOUSA12 CAMARGO, JOAQUIM DE CAMARGO11 PENTEADO, JOSÉ DE CAMARGO10, JOSÉ DE CAMARGO9 PAES, THOMAZ LOPES8 DE CAMARGO, FERNANDO DE CAMARGO7 ORTIZ, FERNÃO6 DE CAMARGO, JUSEPE5, FRANCISCO4, LUIZ DIAS3, FRANCISCO ALFONSO2, LUIS1) Casou-se com MARIA LAURA DE CARVALHO E CAMARGO, filha de MANOEL DE CARVALHO e THEOLINDA DE CARVALHO.

Filhos de JOÃO DE CAMARGO e MARIA CAMARGO são

21.         i.   ESTANISLAU14 DE CAMARGO, n. 04 Abril 1922; † 17 Outubro 2001, São Paulo SP Brasil.

ii.   MARIO DE CARVALHO E CAMARGO, n. c. 1920.

iii.   ALZIRA DE CARVALHO E CAMARGO, n. c. 1923.

iv.   JOÃO CARLOS DE CARVALHO E CAMARGO, n. c. 1924.

20. ERNESTINA DE PAULA13 TOLEDO (FRANCISCO DE PAULA12, TIMOTHEO CORREA11 DE TOLEDO, GERTRUDES MARIA10 DE CAMARGO, RITA MARIA9, THOMAZ LOPES8, FERNANDO DE CAMARGO7 ORTIZ, FERNÃO6 DE CAMARGO, JUSEPE5, FRANCISCO4, LUIZ DIAS3, FRANCISCO ALFONSO2, LUIS1) nasceu em 13 Maio 1888.  Casou-se com JOAQUIM PEREIRA DE BARROS 06 Junho 1910 na Igreja São Francisco de Chagas, Taubaté SP Brasil, filho de MARCOLINO DE BARROS e FRANCISCA PEREIRA.  Ele nasceu em Junho 1886.

Mais sobre ERNESTINA DE PAULA TOLEDO:

Batismo: Igreja São Francisco de Chagas, Taubaté SP Brasil

Mais sobre JOAQUIM PEREIRA DE BARROS:

Batismo: Igreja São Francisco de Chagas, Taubaté SP Brasil

Mais sobre JOAQUIM DE BARROS e ERNESTINA TOLEDO:

Casamento: 06 Junho 1910, Igreja São Francisco de Chagas, Taubaté SP Brasil

Filhos de ERNESTINA TOLEDO e JOAQUIM DE BARROS são

i.   IRENE MARIA DE PAULA14 BARROS, n. 16 Setembro 1918.

Mais sobre IRENE MARIA DE PAULA BARROS:

Batismo: Igreja São Francisco de Chagas, Taubaté SP Brasil

22.        ii.   OLGA DE PAULA BARROS, n. 18 Agosto 1920.

iii.   TERESA DE PAULA BARROS, n. 29 Novembro 1922.

Geração No. 14

21. ESTANISLAU14 DE CAMARGO (JOÃO FERREIRA13, ANTONIO DE SOUSA12 CAMARGO, JOAQUIM DE CAMARGO11 PENTEADO, JOSÉ DE CAMARGO10, JOSÉ DE CAMARGO9 PAES, THOMAZ LOPES8 DE CAMARGO, FERNANDO DE CAMARGO7 ORTIZ, FERNÃO6 DE CAMARGO, JUSEPE5, FRANCISCO4, LUIZ DIAS3, FRANCISCO ALFONSO2, LUIS1) nasceu em 04 Abril 1922, e feleceu em 17 Outubro 2001 em São Paulo SP Brasil.  Casou-se com OLGA DE PAULA BARROS, filha de JOAQUIM DE BARROS e ERNESTINA TOLEDO.  Ela nasceu em 18 Agosto 1920.

Mais sobre OLGA DE PAULA BARROS:

Batismo: Igreja São Francisco de Chagas, Taubaté SP Brasil

Filhos de ESTANISLAU DE CAMARGO e OLGA BARROS são

23.         i.   ESTANISLAU15 DE CAMARGO, n. 1948.

24.        ii.   PAULO EDUARDO BARROS DE CAMARGO, n. 1950.

25.       iii.   ROBERTO BARROS DE CAMARGO, n. 09 Agosto 1956, São Paulo, SP, Brasil.

iv.   REGINA MARIA BARROS DE CAMARGO, n. 1958.

26.        v.   RAQUEL BARROS DE CAMARGO, n. 1960.

22. OLGA DE PAULA14 BARROS (ERNESTINA DE PAULA13 TOLEDO, FRANCISCO DE PAULA12, TIMOTHEO CORREA11 DE TOLEDO, GERTRUDES MARIA10 DE CAMARGO, RITA MARIA9, THOMAZ LOPES8, FERNANDO DE CAMARGO7 ORTIZ, FERNÃO6 DE CAMARGO, JUSEPE5, FRANCISCO4, LUIZ DIAS3, FRANCISCO ALFONSO2, LUIS1) nasceu em 18 Agosto 1920.  Casou-se com ESTANISLAU DE CAMARGO, filho de JOÃO DE CAMARGO e MARIA CAMARGO.  Ele nasceu em 04 Abril 1922, e feleceu em 17 Outubro 2001 em São Paulo SP Brasil.

Mais sobre OLGA DE PAULA BARROS:

Batismo: Igreja São Francisco de Chagas, Taubaté SP Brasil

Filhos estão listados sob número (21) Estanislau de Camargo.

Geração No. 15

23. ESTANISLAU15 DE CAMARGO (ESTANISLAU14, JOÃO FERREIRA13, ANTONIO DE SOUSA12 CAMARGO, JOAQUIM DE CAMARGO11 PENTEADO, JOSÉ DE CAMARGO10, JOSÉ DE CAMARGO9 PAES, THOMAZ LOPES8 DE CAMARGO, FERNANDO DE CAMARGO7 ORTIZ, FERNÃO6 DE CAMARGO, JUSEPE5, FRANCISCO4, LUIZ DIAS3, FRANCISCO ALFONSO2, LUIS1) nasceu em 1948.  Casou-se com ELZA DI SESSA.

Filhos de ESTANISLAU DE CAMARGO e ELZA DI SESSA são

27.         i.   FABIANA DI SESSA16 DE CAMARGO, n. c. 1972.

ii.   MARCELO DI SESSA DE CAMARGO, n. c. 1975.

iii.   MARCIO DI SESSA DE CAMARGO, n. c. 1977.

24. PAULO EDUARDO BARROS15 DE CAMARGO (ESTANISLAU14, JOÃO FERREIRA13, ANTONIO DE SOUSA12 CAMARGO, JOAQUIM DE CAMARGO11 PENTEADO, JOSÉ DE CAMARGO10, JOSÉ DE CAMARGO9 PAES, THOMAZ LOPES8 DE CAMARGO, FERNANDO DE CAMARGO7 ORTIZ, FERNÃO6 DE CAMARGO, JUSEPE5, FRANCISCO4, LUIZ DIAS3, FRANCISCO ALFONSO2, LUIS1) nasceu em 1950.  Casou-se com (1) JANE FONTENHA. Casou-se com (2) TEREZA.

Filhos de PAULO DE CAMARGO e JANE FONTENHA são

28.         i.   KATIA FONTENHA16 DE CAMARGO, n. c. 1981.

ii.   IVAN FONTENHA DE CAMARGO, n. c. 1982.

25. ROBERTO BARROS15 DE CAMARGO (ESTANISLAU14, JOÃO FERREIRA13, ANTONIO DE SOUSA12 CAMARGO, JOAQUIM DE CAMARGO11 PENTEADO, JOSÉ DE CAMARGO10, JOSÉ DE CAMARGO9 PAES, THOMAZ LOPES8 DE CAMARGO, FERNANDO DE CAMARGO7 ORTIZ, FERNÃO6 DE CAMARGO, JUSEPE5, FRANCISCO4, LUIZ DIAS3, FRANCISCO ALFONSO2, LUIS1) nasceu em 09 Agosto 1956 em São Paulo, SP, Brasil.  Casou-se com SOLANGE FERREIRA DE FREITAS 01 Decembro 1981 em Igreja São José, Jardim América, São Paulo, SP, Brasil, filha de ASDRÚBAL DE FREITAS e RUTH ZULLINO.  Ela nasceu em 02 Março 1956 em São Paulo, SP, Brasil.

Mais sobre ROBERTO BARROS DE CAMARGO:

Batismo: 18 Agosto 1956, Paróquia de Santa Margarita

Emigração: 20 Agosto 1998, São Paulo SP Brasil

Primeira Comunhão: 08 Decembro 1963, Paróquia de Santa Margarita

Imigração: 20 Agosto 1998, Calgary, AB, Canada

Mais sobre ROBERTO DE CAMARGO e SOLANGE DE FREITAS:

Casamento: 01 Decembro 1981, Igreja São José, Jardim América, São Paulo, SP, Brasil

Filhos de ROBERTO DE CAMARGO e SOLANGE DE FREITAS são

i.   CAIO FREITAS16 DE CAMARGO, n. 13 Novembro 1984, São Paulo, SP, Brasil.

Mais sobre CAIO FREITAS DE CAMARGO:

Batismo: Igreja São Gabriel, São Paulo, SP, Brasil

Emigração: 28 Agosto 1998, São Paulo SP Brasil

Imigração: 28 Agosto 1998, Calgary, AB, Canada

ii.   FELIPE FREITAS DE CAMARGO, n. 23 Novembro 1986, São Bernardo SP Brasil.

Mais sobre FELIPE FREITAS DE CAMARGO:

Batismo: Igreja São Gabriel, São Paulo, SP, Brasil

Emigração: 28 Agosto 1998, São Paulo SP Brasil

Imigração: 28 Agosto 1998, Calgary, AB, Canada

26. RAQUEL BARROS15 DE CAMARGO (ESTANISLAU14, JOÃO FERREIRA13, ANTONIO DE SOUSA12 CAMARGO, JOAQUIM DE CAMARGO11 PENTEADO, JOSÉ DE CAMARGO10, JOSÉ DE CAMARGO9 PAES, THOMAZ LOPES8 DE CAMARGO, FERNANDO DE CAMARGO7 ORTIZ, FERNÃO6 DE CAMARGO, JUSEPE5, FRANCISCO4, LUIZ DIAS3, FRANCISCO ALFONSO2, LUIS1) nasceu em 1960.  Casou-se com DJALMA APARECIDO SILVA.

Filhos de RAQUEL DE CAMARGO e DJALMA SILVA são

i.   DIEGO CAMARGO16 SILVA, n. 1986.

ii.   DAIRA CAMARGO SILVA, n. 1987.

Geração No. 16

27. FABIANA DI SESSA16 DE CAMARGO (ESTANISLAU15, ESTANISLAU14, JOÃO FERREIRA13, ANTONIO DE SOUSA12 CAMARGO, JOAQUIM DE CAMARGO11 PENTEADO, JOSÉ DE CAMARGO10, JOSÉ DE CAMARGO9 PAES, THOMAZ LOPES8 DE CAMARGO, FERNANDO DE CAMARGO7 ORTIZ, FERNÃO6 DE CAMARGO, JUSEPE5, FRANCISCO4, LUIZ DIAS3, FRANCISCO ALFONSO2, LUIS1) nasceu em c. 1972.

Filhas de FABIANA DI SESSA DE CAMARGO são

i.   NICOLE17 DE CAMARGO.

ii.   GIOVANA DE CAMARGO.

28. KATIA FONTENHA16 DE CAMARGO (PAULO EDUARDO BARROS15, ESTANISLAU14, JOÃO FERREIRA13, ANTONIO DE SOUSA12 CAMARGO, JOAQUIM DE CAMARGO11 PENTEADO, JOSÉ DE CAMARGO10, JOSÉ DE CAMARGO9 PAES, THOMAZ LOPES8 DE CAMARGO, FERNANDO DE CAMARGO7 ORTIZ, FERNÃO6 DE CAMARGO, JUSEPE5, FRANCISCO4, LUIZ DIAS3, FRANCISCO ALFONSO2, LUIS1) nasceu em c. 1981.

Filho de KATIA FONTENHA DE CAMARGO é:

i.   LUIZ GUSTAVO FONTENHA CAMARGO17 DE PERREIRA, n. 06 Janeiro 2003.

5 Responses to “Familia Camargo”

  1. Camila Antunes de Camargo Calasans said

    O texto ficou realmentemuito interessante, e pode conhecer mais a história dos Camargos

  2. osmar camargo filho de juraci camargo e antonio brasil

  3. Luiz Carlos Nogueira said

    Me desculpe o autor e primo mas não vejo como jusepe de camargo pode ter como antepassado direto D. Afonso Camargo. Jusepe não pode ter nascido em 1.586 e falecido em 1.613 já que veio na expedição de D. Diogo Valdés em 1.583 e poucos anos depois já havia se casado com Leonor Domingues e, claro não pode ter casado com 5 ou 6 anos.
    A data da expedição de Alfonso de Camargo é muito próxima da vinda de Jusepe ao Brasil, portanto não pode Jusepe ser bisneto de D. Alfonso que, aliás nunca foi mencionado como Francisco Alonso.
    Como não há um capítulo de \camargos na genealogia espanhola, é difícil correlacionar Jusepe com Alfonso, com o Bispo de Placência, com o Conde Francisco Camargo, irmão do Bispo ou mesmo os Ruiz de Camargo. Sabeomos que são parentes mas o grau deve ser colateral já que conviviam e mantinham negócios.
    seu primo, Luiz Carlos Nogueira

  4. Luiz Carlos Nogueira said

    Certamente nosso Jusepe é parente dos Ruiz de Camargo (que é o ramo do Bispo de Placência e seu irmão o Conde Francisco de Camargo) bem como os Garcia de Camargo e constituem ramificações dos Camargos na Espanha durante séculos e isto pode ser notado pelas diferenças pouco significativas nos brazões destas ramificações que indicam uma ancestralidade comum a todos estes ramos. Embora não figure na lista de Pastells,assim como também não figuram inúmeras outras famílias que certamente vieram com ela, tudo indica que Jusepe veio na expedição de Diogo Valdé em 1.583.
    Em 1.587 surge os primeiros documentos mencionando Jusepe, reclamando contra Antônio Proença. Desta forma, ou ele não veio na expedição de Valdés, tendo vindo muito antes e, assim estaria errada a tese de Pedro Taques, Silva Leme e Carvalho Franco ou sua data de nascimento não é de 1.586 e sim, pelo menos 1.566 tendo vindo com cerca de 20 anos e, aí sim teria vida ativa na política e se casado em tempo que justificasse. Antes não poderia ter sido bem recebido dada a união das coroas ibérica de 1.580 a 1.640. Antes desta data, nenhum castelhano seria bem acolhido em Piratininga.
    A propósito também descendo do Cel Thomaz Lopes de Camargo e de seus irmãos Fernando Lopes de Camargo, Francisco Camargo de Santa Maria, Marcelino de camargo e Marianna de Camargo.
    Do Cel Thomas Lopes de Camargo sucedem José de Camargo Paes, Cap. José de Camargo Penteado, José de Camargo Penteado. José Bueno de Camargo Penteado, Olegário Alberto de Camargo Penteado, Zélia de Camargo Penteado, Leonor de Camargo Stein e Vilma Olyntho de Arruda que vem a ser minha mãe.
    Abraço, Luiz Carlos Nogueira

  5. osmar camargo nacido en são valentin rgs

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